A GEOGRAFIA ESCOLAR NÃO SERVE PARA QUASE NADA, MAS

Autores

  • Nestor Andre Kaercher Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil

Palavras-chave:

geografia escolar, ensino de geografia, literatura e poesia na geografia, práxis docente

Resumo

Objetivos: refletir acerca de algumas praticas de sala de aula da geografia escolar no estado do Rio Grande do Sul (Brasil), bem como propor que a docência da geografia incorpore as categorias espaciais - sobretudo espaço, territorio, lugar, região, natureza - como um exercicio ontológico que pense permanentente espaço, tempo e cultura como constituidoras da condição humana.

Método: utilizando relatos de estagiários da licenciatura em Geografia questionamos a pratica dos docentes da disciplina no Ensino Fundamental e Médio. Valendo-nos da poesia (Fernando Pessoa), da literatura (Guimarães Rosa) e de autores da geografia (varios), bem como do sociologo Edgar Morin queremos propor temáticas para a renovação das praticas docentes.

Contribuições: refletir sobre a pratica docente da geografia escolar, propor alternativas de temas e de didáticas que auxiliem os docentes na busca de uma maior atratividade e reflexividade da disciplina

Como Citar

Andre Kaercher, N. (2012). A GEOGRAFIA ESCOLAR NÃO SERVE PARA QUASE NADA, MAS. Revista Geográfica Da América Central, 2(47E). https://www.revistas.una.ac.cr/index.php/geografica/article/view/2815

Como Citar

Andre Kaercher, N. (2012). A GEOGRAFIA ESCOLAR NÃO SERVE PARA QUASE NADA, MAS. Revista Geográfica Da América Central, 2(47E). https://www.revistas.una.ac.cr/index.php/geografica/article/view/2815

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